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Festival Slow Food on Film – Bologna (Itália), 7-11 de Maio 2008
 
Sobre o alimento pode-se falar de mil formas e Slow Food, acreditando no forte valor comunicativo dos produtos audiovisuais, realiza, em colaboração com a Cinemateca e a Prefeitura de Bolonha, o Slow Food on Film.

O objetivo do Festival Slow Food on Film de Bolonha é dar voz e espaço ao imaginário do alimento, com uma natural predileção à aproximação consciente e slow ao mundo da gastronomia e do sistema agroalimentar, explorando também as muitas sugestões que o tema ativa: pulsões, perversões, implicações sociais, identitárias, afetivas...Valorizar a componente cultural da alimentação, ativar o cérebro no ato de comer, estimular o paladar e a vista: comer não é somente ingerir alimentos mas, como o Slow Food acredita desde há muitos anos – é um ato cultural.

Na ocasião do Quinto Congresso Internacional do Slow Food, que aconteceu na cidade de Puebla, México, enfatizou-se a necessidade de integrar o amplo mundo do Terra Madre – as comunidade do alimento, os produtores das Fortalezas, os professores e educadores que realizamos projetos das hortas escolares, os chefes que aplicam os critérios do “bom limpo e justo”, os estudantes das Universidades e os médicos e técnicos que promovem a importância da qualidade no alimento - na Associação.

Somente através da integração destes sujeitos ativos e responsáveis nas atividades do movimento o Slow Food pode tornar-se parte importante das discussões políticas internacionais, sendo influente em decisões sobre os temas cruciais da atualidade, como a globalização e as alterações climáticas.

Existem fortes ligações entre o cinema e o alimento, com a gastronomia sendo retratada nos filmes, documentários e outros meios audiovisuais. Dois eventos que acontecerão em breve, organizados em colaboração com o Slow Food, têm o objetivo de trazer uma consciência crítica para este meio e salientar os diversos aspectos que envolvem o alimento e a agricultura. 

Entre os dias 7 e 17 de fevereiro, o prestigioso Festival Internacional de Cinema de Berlim incluirá um programa especial de Cinema Gastronômico, apresentando uma série de eventos relacionando filmes com eventos gastronômicos e discussões. Dentre estes eventos, o presidente internacional do Slow Food – Carlo Petrini – irá participar de um diálogo aberto ao público, ao lado do famoso Chef de Cozinha catalão Ferran Adria, sobre “O Futuro dos Alimentos”. Petrini também irá apresentar Gut, Sauber und Fair, a versão alemã do seu livro “Bom, Limpo e Justo” e apresentar o documentário “Um dia na Eataly”, junto com o renomado diretor cinematográfico Michael Ballhaus – que produziu o filme com estudantes da Universidade de Ciências Gastronômicas na Itália.

Folha da Taioba. Foto: Jaime Gesisky Muitos de nós, preocupados com a extinção de grandes mamíferos ou de aves tropicais nem suspeitamos de uma lenta e preocupante extinção que acontece bem debaixo de nosso nariz. É o caso de uma série de hortaliças que estão desaparecendo dos quintais e das feiras pelo Brasil afora. Desconhecimento e desinformação são as principais causas do sumiço dessas plantas alimentícias que ajudaram a nutrir muitas gerações.  Há uma verdadeira falta de educação alimentar baseada nos produtos nativos da nossa flora ou de espécies que chegaram aqui há séculos e que se aclimataram bem nas terras brasileiras.

Isso faz com que a gente vá perdendo não só diversidade agrícola (e biológica), como também deixando de ter a oportunidade de experimentar sabores que podem tornar ainda mais interessante a experiência de nossos paladares.

Quilombolas de Goiás preservam tradição secular da Marmelada Santa Luzia

Marmelada Santa Luzia. Foto: Jaime Gesisky A receita para se fazer a marmelada Santa Luzia é simples: água, açúcar, marmelo maduro e fogo. O difícil mesmo é conseguir juntar 200 anos de tradição local no feitio dessa iguaria brasileira. Mas quem esteve na 6ª Festa do Marmelo - nos dias 12 e 13 de janeiro de 2008 em Cidade Ocidental (GO) a 48 quilômetros de Brasília - viu de perto a fabricação artesanal do doce que esteve por um triz para desaparecer do mapa gastronômico do país.

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