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A metodologia do percurso sensorial tem no alimento um potente caminho para educar para a transição e emancipação 

Foto de Gabriela Pieroni 3

Abricó, cubiu, tucumã,licuri, baru,pinhão, jatobá, butiá,mel de jandaíra, pequi, cupuaçu, castanha de cotia, baunilha do cerrado, cambuci, capim-limão, preciosa, manjericão, sapota são apenas algumas das sensações que os participantes do percurso sensorial pelos biomas brasileiros puderam experienciar nas oficinas ministradas pelo Slow Food Brasil no inesquecível X Congresso Brasileiro de Agroecologia ocorrido de 12 a 15 de setembro em Brasília. 

Queijo Serro


O sistema brasileiro de inspeção de produtos de origem animal possui três esferas de atuação: municipal, estadual e federal.

Quando um estabelecimento se registra no Serviço de Inspeção Municipal ele indica no rótulo de seu produto um selo do SIM e pode comercializar apenas dentro daquele município registrado.

Quando o registro é feito no Serviço de Inspeção Estadual ele indica o selo do SIE podendo comercializar apenas dentro de seu Estado (em todos os municípios), e quando o estabelecimento se registra no Serviço de Inspeção Federal, pode comercializar seus produtos em todo o território nacional, exibindo no rótulo o selo do SIF.

As inspeções municipais e estaduais ainda podem solicitar ao Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento - MAPA (responsável pela Inspeção Federal) a equivalência de inspeção (onde deverá atender alguns critérios), caracterizando o SISBI-POA (Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal). Desta forma, o estabelecimento continuará registrado no serviço municipal ou estadual, mas poderá comercializar em todo território nacional.

Se considerarmos o volume de inspeções municipais e estaduais, ainda é muito baixa a adesão ao SISBI-POA por parte destes órgãos fiscalizadores, isso porque, para a adesão, é necessária uma série de investimentos com relação a estrutura da fiscalização para atender as exigências da inspeção federal, além de investimentos maiores por parte dos produtores com relação a estrutura da unidade fabril.

Então pergunto:

Agricultores familiares e ativistas da rede Slow Food participam dos Caminhos do Saber, da Feira Agroecológica e da Sociobiodiversidade, da Praça de Alimentação e do Bar

Uma das grandes referências em agroecologia desde a década de 1970, o Distrito Federal foi o endereço escolhido para sediar três eventos de grande expressividade: o VI Congresso Latino-Americano de Agroecologia, o X Congresso Brasileiro de Agroecologia e o V Seminário de Agroecologia do DF e Entorno — que acontecem simultaneamente entre os dias 12 e 15 de setembro, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. A expectativa de público é de aproximadamente 5.000 pessoas de diversas parte do Brasil e do exterior, com destaque para os países latino-americanos.

Por Sara Almeida Campos e Valentina Bianco 

O Seminário Nacional de Comercialização Agricultura Familiar reuniu representantes do movimento Slow Food, Universidades, organizações nacionais da agroecologia, economia solidária, instituições públicas e setor privado para um diálogo em torno do acesso a alimentos bons, limpos e justos para todos.

Todos .jpg Seminário Nacional de Comercialização Agricultura Familiar - Slow Food

O movimento internacional Slow Food, a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e a Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (SEAD) realizaram no âmbito do projeto "Alimentos Bons, Limpos e Justos: ampliação e qualificação da participação da agricultura familiar brasileira no movimento Slow Food", entre os dias 21 e 23 de agosto, na sede da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), em Brasília, o Seminário Nacional de Comercialização Agricultura Familiar - Slow Food. O encontro proporcionou troca de experiências e desenho de estratégias que visam a ampliação da comercialização dos produtos da agricultura familiar agroecológica com foco nos princípios do alimento bom, limpo e justo defendidos pelo movimento Slow Food.

Por Patricia Moll e Danielle Nagase

Na última quarta-feira (12), a lei Nivardo Mello, que regulamenta a produção e a comercialização de queijos e manteiga artesanais, foi aprovada por unanimidade (22 votos) na Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Norte.

Apresentada pelo deputado Hermano Morais (PMDB), ela substitui o projeto de lei 159/2016 e estabelece que os queijos de  manteiga e de coalho devem ser produzidos apenas com leite integral fresco e cru, respeitando “os métodos tradicionais, culturais e regionais”. A manteiga da terra (ou de garrafa ou do sertão) é a que é produzida apenas com nata e sal. Por serem feitos com leite cru (não pasteurizado), os queijos carregam o modo de fazer tradicional, ressaltando seus sabores específicos.

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Nenem, auxiliar de Nivardo, fazendo o queijo de manteiga para o Documentário "História da Alimentação de Câmara Cascudo" (direção de Eugenio Pupo- inédito) em agosto de 2016. Foto: Angelo Medeiros

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