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Pergunte a qualquer brasileiro qual a primeira coisa que vem à cabeça quando pensa em abelhas e, invariavelmente, a resposta é “mel” ou “ferrão”. Mas, como observa o ecologista e colaborador do Slow Food, Jerônimo Kahn Villas-Bôas, as abelhas com ferrão (apis mellifera) são importadas, levadas para o Brasil por ordens religiosas europeias e, desde então, tornaram-se uma indústria gigantesca, regulamentada pelo governo. Menos conhecidas são as abelhas nativas sem ferrão (meliponinae), criadas por povos indígenas há séculos.

Fundamental para comunidades da caatinga baiana, a cultura do fruto exige cuidado e proteção.

Já ouviu falar no licuri? Embora seja tratado como um coquinho, o fruto da palmeira Syagrus coronata, típica do semiárido nordestino, é uma amêndoa. Além da polpa, que atrai pássaros como a arara-azul, ele esconde uma castanha de sabor intenso. Os cachos são colhidos para as mais diversas finalidades – a principal é alimentícia. Rico em ferro, cálcio, cobre, magnésio, zinco, manganês e betacaroteno, o licuri pode ser consumido verde ou maduro, torrado ou caramelizado, e vira ingrediente de granola, biscoito, sorvete, doce, azeite, cocada, paçoca, licor, pão e óleo – seu leite é usado no preparo de arroz, cuscuz e bolo. Nem a casca se desperdiça: ela se transforma em artesanato e combustível para forno a lenha.

"Entre 15 e 17 de fevereiro de 2016, acontece o simpósio internacional da FAO (Organização das Nações Unidas para alimentação e agricultura, na sigla em inglês) “O papel das biotecnologias agrícolas em sistemas alimentares sustentáveis e nutrição” na sede da FAO em Roma.
O programa do simpósio foca sobre a aplicação da ciência e tecnologia, especificamente as biotecnologias agrícolas. Em particular, o simpósio da FAO se propõe a enaltecer os benefícios de biotecnologias, transgênicos e outros constructos genéticos artificiais no desenvolvimento de sistemas alimentares e aumentando a nutrição no contexto das mudanças climáticas. Tecnologias baseadas nas Culturas são totalmente desconsideradas.
Slow Food assinou uma declaração conjunta com a Via Campesina, GRAIN e muitas outras Organizações da Sociedade Civil (OSCs) expressando suas preocupações acerca do programa do simpósio.

Slow Food enfatiza que os transgênicos não alimentam o mundo.

Aliança de Cozinheiros SP Brasil
por Ellen Gallego - Slow Food São Paulo


O primeiro encontro da Aliança de Cozinheiros Slow Food Brasil aconteceu no dia 28 de janeiro deste ano, no Espaço ZYM e contou com a presença de 12 membros da rede. Foi um grande momento de apresentações e troca de informações entre os participantes que puderam conhecer um pouco mais sobre o projeto e a sua relação com  iniciativas pessoais. Claudia Mattos, líder do convívio São Paulo e coordenadora desse primeiro encontro, propôs a construção da Aliança de Cozinheiros de  forma linear e participativa e explicou a estratégia inicial através dos principais objetivos do projeto, que são:

O Ministério da Agricultura (MAPA) colocou em consulta pública legislação para pequenas agroindústrias de leite e derivados com mais dificuldades impostas para os agricultores familiares. 

O documento segue abaixo na íntegra.

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