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Todos os anos o GT Slow Fish Brasil propõe ao público o Desafio Slow Fish que visa conduzir os consumidores a uma experiência única de consumo responsável de pescados. O desafio é proposto sempre na época da Semana Santa, data importante onde se registra o maior consumo de pescados no país.

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A Campanha Slow Fish visa conduzir o cozinheiro-consumidor a uma experiência de pesquisa e de observação sobre o quão pouco sabemos de pescados. É um guia incrível de educação ao mesmo tempo que orienta o consumo correto de pescados. Também almeja valorizar o trabalho dos pescadores artesanais e das espécies mais desconhecidas.  Junto com o peixe, a maior parte das comunidades de pesca artesanal se vêem também em vias da extinção, se sentem desvalorizadas e tem a necessidade extrema de sacudir a poeira e remodelar sua cultura empreendedora para chegar até o consumidor final consciente.

Um movimento que acontece todos os anos convida o mundo inteiro a participar do dia da valorização do queijo produzido com leite cru.

O objetivo do movimento é conscientizar os consumidores para apoiar a causa e para que os órgãos reguladores diminuam as barreiras para este tipo de produto. "Numa altura em que a incerteza regulatória ameaça produções tradicionais e métodos seculares, pretendemos oferecer uma voz forte em apoio ao queijo artesanal." Afirma a organização.

Você também pode fazer parte deste movimento, organizando algum evento para divulgar o queijo feito de leite cru em sua região. A ideia é que no dia 16/04/2016, em todo o canto do mundo, tenha alguém falando e apresentando o queijo de leite cru e trazendo mais apoiadores para a causa.  Apresente o queijo de leite cru de sua região ao consumidor, fale sobre esse queijo, faça degustações, desta maneira você estará contribuindo para a proteção deste produto e do produtor rural que o fabrica e, ao mesmo tempo, estará garantindo a perpetuação da nossa tradição cultural.

Para participar não tem custo, mas é necessário se cadastrar através do link  http://www.oldwayscheese.org/registration/ e divulgar #rawmilkcheese através das redes sociais.

Venha fazer parte deste movimento.

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) abriu nesta quinta-feira (25) consulta pública de 60 dias para que a sociedade envie sugestões ou comentários à proposta que altera normas exigidas a pequenas agroindústrias de mel, ovos de galinha e de codorna e derivados.

Sugestões ou comentários sobre as instruções normativas relativas às pequenas agroindústrias de mel e ovos devem ser enviadas para o endereço eletrônico dnt.dipoa@agricultura.gov.br ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - Divisão de Normas Técnicas da Coordenação-Geral de Programas Especiais, do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal, da Secretaria de Defesa Agropecuária - DNT/CGI/DIPOA, Esplanada dos Ministérios - Bloco D - Anexo A - Sala 414 A - CEP 70.043-900 - Brasília - DF.

Fonte: Ministério da Agricultura

Leia a PORTARIA N 32, DE 24 DE FEVEREIRO DE 2016

Pergunte a qualquer brasileiro qual a primeira coisa que vem à cabeça quando pensa em abelhas e, invariavelmente, a resposta é “mel” ou “ferrão”. Mas, como observa o ecologista e colaborador do Slow Food, Jerônimo Kahn Villas-Bôas, as abelhas com ferrão (apis mellifera) são importadas, levadas para o Brasil por ordens religiosas europeias e, desde então, tornaram-se uma indústria gigantesca, regulamentada pelo governo. Menos conhecidas são as abelhas nativas sem ferrão (meliponinae), criadas por povos indígenas há séculos.

Fundamental para comunidades da caatinga baiana, a cultura do fruto exige cuidado e proteção.

Já ouviu falar no licuri? Embora seja tratado como um coquinho, o fruto da palmeira Syagrus coronata, típica do semiárido nordestino, é uma amêndoa. Além da polpa, que atrai pássaros como a arara-azul, ele esconde uma castanha de sabor intenso. Os cachos são colhidos para as mais diversas finalidades – a principal é alimentícia. Rico em ferro, cálcio, cobre, magnésio, zinco, manganês e betacaroteno, o licuri pode ser consumido verde ou maduro, torrado ou caramelizado, e vira ingrediente de granola, biscoito, sorvete, doce, azeite, cocada, paçoca, licor, pão e óleo – seu leite é usado no preparo de arroz, cuscuz e bolo. Nem a casca se desperdiça: ela se transforma em artesanato e combustível para forno a lenha.

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