Slow Food Brasil

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O projeto G.Lo.B (Governança Local para a Biodiversidade), cofinanciado pela Comissão Europeia, visa apoiar três autoridades locais de Países de língua portuguesa, sendo eles o Brasil,  Angola e Moçambique.  Esta cooperação fomenta a definição e adoção de políticas públicas para promover a preservação e o desenvolvimento da agrobiodiversidade, melhorando a qualidade da vida da população, reduzindo a vulnerabilidade econômica e social da agricultura familiar, nestes países.

No Brasil, o projeto é realizado por meio de uma parceria entre o Governo da Bahia, através da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), em articulação com os atores locais -  Instituto Regional da Pequena Agropecuária Apropriada (IRPAA), Serviços de Assessoria e Organizações Populares Rurais (SASOP), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Semiárido, entre outros, e parceiros italianos - Fundação Slow Food para a Biodiversidade, Cooperação para o Desenvolvimento dos Países Emergentes (COSPE),  Regione Veneto e Fondazione di Venezia.

Comida e liberdade, novo livro de Carlo Petrini

A Editora Senac São Paulo publicou novo livro de Carlo Petrini: "Comida e liberdade - Slow food - histórias de gastronomia para a libertação"

As relações entre o alimento e sua libertação passam pelos agricultores, pela salvaguarda de espécies autóctones e pelo empoderamento das populações mais carentes de comida. Esses elementos são peças fundamentais para melhorar as condições humanas em um mundo globalizado, no qual a fome ainda não foi erradicada e a biodiversidade continua não sendo respeitada. É nesse sentido que atuam o movimento Slow Food e a rede da Terra Madre, em busca da libertação da gastronomia. Petrini nos conta sobre os projetos desenvolvidos em diversas partes do mundo, tanto pelos membros do movimento Slow Food quanto por pessoas interessadas em mudar a realidade de sua região, incluindo políticos e famosos chefs da gastronomia mundial. No decorrer da leitura, você se surpreenderá com o que já aconte¬ceu e com o que ainda pode ocorrer no mundo da gastronomia.

Para saber mais sobre o livro, acesse: http://bit.ly/1RPaUmx

Todos os anos o GT Slow Fish Brasil propõe ao público o Desafio Slow Fish que visa conduzir os consumidores a uma experiência única de consumo responsável de pescados. O desafio é proposto sempre na época da Semana Santa, data importante onde se registra o maior consumo de pescados no país.

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A Campanha Slow Fish visa conduzir o cozinheiro-consumidor a uma experiência de pesquisa e de observação sobre o quão pouco sabemos de pescados. É um guia incrível de educação ao mesmo tempo que orienta o consumo correto de pescados. Também almeja valorizar o trabalho dos pescadores artesanais e das espécies mais desconhecidas.  Junto com o peixe, a maior parte das comunidades de pesca artesanal se vêem também em vias da extinção, se sentem desvalorizadas e tem a necessidade extrema de sacudir a poeira e remodelar sua cultura empreendedora para chegar até o consumidor final consciente.

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) abriu nesta quinta-feira (25) consulta pública de 60 dias para que a sociedade envie sugestões ou comentários à proposta que altera normas exigidas a pequenas agroindústrias de mel, ovos de galinha e de codorna e derivados.

Sugestões ou comentários sobre as instruções normativas relativas às pequenas agroindústrias de mel e ovos devem ser enviadas para o endereço eletrônico dnt.dipoa@agricultura.gov.br ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - Divisão de Normas Técnicas da Coordenação-Geral de Programas Especiais, do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal, da Secretaria de Defesa Agropecuária - DNT/CGI/DIPOA, Esplanada dos Ministérios - Bloco D - Anexo A - Sala 414 A - CEP 70.043-900 - Brasília - DF.

Fonte: Ministério da Agricultura

Leia a PORTARIA N 32, DE 24 DE FEVEREIRO DE 2016

Pergunte a qualquer brasileiro qual a primeira coisa que vem à cabeça quando pensa em abelhas e, invariavelmente, a resposta é “mel” ou “ferrão”. Mas, como observa o ecologista e colaborador do Slow Food, Jerônimo Kahn Villas-Bôas, as abelhas com ferrão (apis mellifera) são importadas, levadas para o Brasil por ordens religiosas europeias e, desde então, tornaram-se uma indústria gigantesca, regulamentada pelo governo. Menos conhecidas são as abelhas nativas sem ferrão (meliponinae), criadas por povos indígenas há séculos.

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