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O GT Sementes Livres mais uma vez traz a campanha da Festa Junina Livre de Transgênicos (FJLT) para a rede Slow Food. Esta é uma Festa que visa alertar a população para os perigos da produção e consumo de transgênicos (e outros Organismos Geneticamente Modificados) e a necessidade de fortalecer a resistência pelas sementes crioulas.

A FJLT é um quebra cabeça de várias partes. 
Promova uma festa própria com essa proposta ou ocupe uma barraca na quermesse da cidade, o tamanho e formato pode variar muito. O importante é alertar as pessoas sobre a problemática dos transgênicos.

Não podendo fazer ela completa, faça o melhor que puder, do tamanho que der, com as peças que conseguir reunir:

Cadastre sua festa junina aqui: https://goo.gl/forms/AlLTbo3NmSJXU6sG2

(Concepção e elaboração das imagens por Rafael Bonilha Gabbi Bonilha Caio Bonamigo Dorigon Glenn Makuta)

#FJLT#SemTransgênicos#SemOGM#SementesCrioulas

Organizações e entidades ambientalistas, indígenas, de direitos humanos e do campo decidiram se unir em um movimento de resistência contra as medidas do governo Temer e da bancada ruralista que violam direitos humanos - especialmente de indígenas e de trabalhadores rurais - e colocam em risco a proteção do meio ambiente. O grupo lançou uma carta pública convocando outras entidades e a sociedade a aderirem ao movimento. Até o momento, cerca de 130 organizações já assinaram o documento. Confira a íntegra da carta e a lista de signatários. 

Denunciar e resistir são as palavras que unem as organizações e entidades em um movimento coordenado de resistência. Com atuação nacional e capilaridade em todas as regiões, o grupo atuará em frentes parlamentares, jurídicas e de engajamento social e não poupará esforços para impedir que o governo Temer e os ruralistas façam o Brasil retroceder décadas em termos de preservação ambiental e de direitos humanos.

Os ataques à agenda socioambiental não são recentes, mas o enfraquecimento dos sistemas de proteção do meio ambiente e dos direitos humanos cresce exponencialmente desde que Temer assumiu a cadeira da presidência e, consequentemente, a bancada ruralista passou a integrar o centro do poder. Para o movimento, Temer representa hoje a maior ameaça que o meio ambiente e a agenda de direitos tem de enfrentar.

Prêmio Juliana Santilli tem por objeto premiar iniciativas, individuais ou coletivas, que fazem a diferença, promovendo a ampliação, a conservação, o acesso, a distribuição ou o uso de produtos da agrobiodiversidade. Premiar, ainda, a produção intelectual sobre o tema.

Juliana Santilli, advogada e jornalista, foi sócia-fundadora do Instituto Socioambiental (ISA), pesquisadora colaboradora do Centro de Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília e professora do Curso de Direito Ambiental do Instituto Internacional de Educação do Brasil.

Os estreitos laços do trabalho de Juliana Santilli com a filosofia do movimento Slow Food, com o qual ela começou a colaborar em 2007, são inquestionáveis. No entanto, mais do que uma afinidade de ideias Juliana contribuiu muito com sua atuação como Promotora do Ministério Público do Distrito Federal e ativista em defesa dos direitos dos agricultores e dos conhecimentos tradicionais, estabelecendo parcerias com inúmeras organizações de Agricultores e Povos Tradicionais, orientando em questões relativas a Direito Socioambiental e Agrobiodiversidade, assim como nas discussões sobre o direito à alimentação adequada.

Com a ideia de dar alguma continuidade ao trabalho revolucionário de Juliana, o prêmio foi concebido para incentivar iniciativas inovadoras (individuais ou coletivas) no campo da agrobiodiversidade. Assim, podem ser contempladas pelo prêmio experiências sociais ou estudos que contribuam para a ampliação, conservação, distribuição ou uso de produtos da agrobiodiversidade mas também para o acesso ao alimento, uma vez que essas dimensões se retroalimentam.

O desperdício de alimentos é uma preocupação séria no Brasil. A quantidade de matéria-prima desperdiçada entre início e o fim da cadeia de produção/abastecimento é surpreendente. Felizmente, alguns chefs bem conhecidos estão espalhando a consciência e trabalhando para resolver o problema.

A imagem pode conter: 22 pessoas, pessoas sorrindo, pessoas em pé e área interna

No dia 19 de março ocorreram visitas a três propriedades rurais produtoras de cambuci, que englobam a região de Parelheiros (zona rural da capital paulista) e Embu-Guaçu, município vizinho a São Paulo.

Captura de Tela 2017-03-26 às 22.19.48.jpgCambuci, fruto da Mata Atlântica ainda desconhecido por muitos (Foto: Dinho Souto / Ascom Sead)

As visitas ocorreram para integrarem a Fortaleza do Cambuci, no âmbito do projeto Alimentos bons, limpos e justos: ampliação e qualificação da participação da agricultura familiar brasileira no movimento Slow Food, financiado pela Secretaria Especial de Agricultura Familiar e Desenvolvimento Agrário (SEAD) com gestão compartilhada da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Slow Food além destas instituições ainda estiveram presentes representantes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), do Instituto Auá e da Coordenadoria de Desenvolvimento dos Agronegócios (CODEAGRO) de São Paulo.

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