Slow Food Brasil

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O Convivium Slow Food Cerrado , um grupo local do Slow Food em Brasília, convida a todos para compartilharem a tarde do dia 24 de outubro, domingo, em um pique-nique no Parque da Cidade, à partir das 15h. O local é o estacionamento 4, perto do restaurante de culinária nordestina Gibão.

Convidamos você a tirar um dia de folga das correrias do trânsito, dos enlatados e das embalagens descartáveis, sob o céu do Cerrado. Por uma cidade sustentável, pelo uso dos nossos espaços públicos, pelo simples prazer do convívio.

Esse será o primeiro encontro de muitos, pois a proposta é realizar pique-niques em lugares variados, ao menos uma vez por mês, seguindo o exemplo dos nossos amigos do Convivium Pique-nique de Belo Horizonte, MG.

Convide pessoas queridas e ajude a divulgar!

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arraial

O Convivium Slow Food Arraial d' Ajuda - BA, foi convidado pelo Centro Educacional Arraial d' Ajuda - CEAD nos meses de setembro e outubro de 2010 para dois encontros com os alunos da 4ª série, onde conversamos sobre sustentabilidade e escolhas alimentares. A Renata, coordenadora do CEAD nos explicou que esse encontro justificava pelo assunto sustentabilidade, abordado na programação educativa da própria escola. De imediato, abraçamos esse compromisso e juntamente com a Renata concordamos em um primeiro encontro, apresentar a missão do Slow Food aos alunos realizada pelo Fabrizio, associado ao Slow Food Arraial d' Ajuda, chefe de cozinha e proprietário do restaurante Dom Fabrizio em Arraial d' Ajuda. Fabrizio nos relatou que quando saiu de casa não sabia o que iria encontrar, pensando que as crianças hoje são muito mais espertas que na sua época, mas logo que entrou na sala para a palestra, sentiu uma sensação de bem estar e muitas perguntas dos alunos o fizeram entender que o assunto era de interesse para eles e disse "o caminho, penso que está certo e temos que continuar levando o Movimento Slow Food nas escolas. As crianças podem verdadeiramente ser o futuro que salvará este mundo e o meio ambiente". No segundo encontro, o objetivo foi relacionar as escolhas alimentares de forma sustentável. Como nutricionista, tive um imenso prazer em reforçar a educação do gosto numa abordagem de escolher o alimento não somente pelo valor nutricional, mas de forma crítica em relação à Indústria Cultural. E nada mais gratificante do que receber a confirmação do nosso compromisso através de um depoimento dos próprios alunos e também da professora Carla Hora, descrito abaixo.  "No dia 14 de outubro, nós, alunos da 4ª série do CEAD recebemos a visita da nutricionista Nara Bícego. Nesta palestra, aprendemos que a natureza nos dá muitas coisas, mas em troca precisamos preservar os recursos naturais, pois fazemos parte dela. Se não fizermos a nossa parte, não poderemos recuperá-la e nem deixar o necessário para as futuras gerações. Podemos economizar água, consumir menos para fabricar menos lixo, termos consciência do que escolhemos para nos alimentar e procurar comprar produtos de pessoas que produzem naturalmente de forma consciente. Nós dependemos do meio ambiente e ele depende da gente! Percebemos que nosso corpo precisa de uma alimentação saudável e balanceada para nos desenvolvermos melhor, crescer, fortalecer os ossos, melhorar a concentração e sentir melhor o verdadeiro sabor dos alimentos. Devemos evitar as gorduras e os açúcares ruins, salgadinhos e exageros nos doces. Foi muito bom recebermos a visita da Nara e prometemos que iremos cuidar da natureza e do nosso corpo de forma consciente".

O resultado desse encontro foi tão feliz que despertou o desejo em alguns alunos de associarem ao Slow Food e a Sarah ficou especialmente animada, porque juntamente com sua família estão fazendo uma horta em casa.E mais, o Slow Fodd Arraial d' Ajuda estará presente na XIII Expo Educativa CEAD Desenvolvimento Sustentável para ajudar no questionamento proposto pelos alunos do CEAD de como conciliar o desenvolvimento econômico com a preservação do ambiente e o fim da pobreza no mundo. Assim, termino com o slogan do CEAD "A história do mundo continua com você".

 

 

 

Vamos sair de casa pessoal!!

Sem carro!!

Dessa vez de bicicleta

e uma cesta de alimentos 

artesanais, tradicionais, frescos e locais na mão!

Cine Pirineus. Foto: Alessandra SchneiderEmpolgada com os textos do Fúlvio narrando sua vinda à Pirenópolis , e da Roberta contando nossa oficina , resolvo quebrar minha programação de hoje, que era corrigir provas, e fazer logo um "textinho" sobre o Slow Filme . Nestes quase cinco anos de existência formal do Convivium Pirenópolis a praxe tem sido sempre esta, me envolvo pra caramba com a idealização, programação e realização das atividades, mas raramente consigo achar tempo para relatar e publicar algo sobre as mesmas. E olhem que não foram poucas as atividades! Mesmo com todo apoio e estímulo do Marcelo e da Roberta, me ensinando a usar os "instrumentos tecnológicos", me enrolo com meus afazeres e o tempo vai passando, a notícia ficando velha e ... passou mais uma oportunidade de trocar informações e o prazer de comunicar algo realizado em torno do que acreditamos com os/as colegas da Rede Terra Madre e aqueles que com ela se conectam.

Mas hoje deu, ta dando, vamos lá aos relatos: o Slow Filme foi muito legal! A programação de filmes teve ótima audiência, público de Brasília, Goiânia e até RJ e SP, além do público da cidade, que recebeu super bem o evento e prestigiou também. Teve até falatório do prefeito e secretário falando do Slow Food !!

O desafio foi lançado pela Kátia, do Slow Food Pirenópolis, aos convivia do Brasil: quais atividades paralelas poderíamos propor para a organização do Slow Filme ? Foi aceito pelo Fulvio (Slow Food Campo Lindo ), que propôs uma oficina do gosto para crianças, baseada no percurso sensorial do Slow Food, que seu convivium já vem aplicando em Batatais, interior de São Paulo.

Kátia incluiu a atividade na programação, articulou com 2 escolas de Pirenópolis para receberem as oficinas e com duas alunas do curso de gastronomia da UEG para o apoio. E assim, Fulvio viajou mais de 1000 km para trazer sua técnica e simpatia e encantar as crianças de Piri.

Logo depois de chegar na cidade, passamos pelas duas escolas e nos encontramos com a Gilmara, estudante de gastronomia da UEG, para organizar tudo. Fulvio trouxe o material didático (fichas, copinhos, cartazes, aventais) e os ingredientes mágicos já haviam sido encomendados pela Kátia ao Seu Geraldo, um agricultor agroecológico local. Compramos no mercado somente o lanche industrializado, para fins didáticos.

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