Slow Food Brasil

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A comunidade foi formada em 1989 durante o 1º Congresso de Agricultura Alternativa. Entre os integrantes estavam produtores rurais e estudantes do curso de agronomia da Universidade de Brasília (UnB). A partir desse movimento, iniciou-se a produção coletiva e a venda direta em alguns pontos do Plano Piloto como na 306 sul, 909 sul e 315 norte. Hoje é organizada na forma da Associação de Agricultura Ecológica (AGE) e é composta por 15 produtores que produzem frutas legumes e verduras utilizando os princípios agroecológicos.

Os espaços nas áreas de plantio são melhor aproveitados e isso garante uma maior variedade produtiva. A cada três meses é realizada uma confraternização em uma propriedade diferente. O grupo também é uma Organização de Controle Social (OCS) e está em fase de transição para se transformar em uma OPAC (Organismo Participativo de Avaliação de Conformidade). Esse encontro interno é uma oportunidade de troca de experiências e de receitas de plantio e cultivo com defensivos naturais como arruda, pimenta, alho e urina de boi.

O cultivo é feito em sistema agroflorestal, que respeita a sazonalidade respeitando os princípios da agroecologia, sem uso de agrotóxicos.  Com isso, não existe cultivo único. Todos os associados produzem, em média, 20 tipos diferentes de ingredientes, garantindo a diversificação de produtos. Todos os terrenos apresentam uma barreira vegetal composta por frutas nativos, que é eficaz para barrar pragas e doenças que podem se espalhar pelo vento.

Para garantir frescor, o alimento é comercializado próximo à produção, e, por ser livre de agrotóxicos, mantém o sabor real do alimento e suas propriedades nutricionais. A precificação é justa porque a venda direta não tem participação de atravessador e nem sobrepreço. A associação garante estrutura com calculadoras e balanças. Existem produtores responsáveis pelos pontos de venda e o preço é definido conjuntamente pelos produtores (há duas tabelas: de safra e de entressafra), seguindo um sistema de caixa único. Durante as vendas, a associação recolhe 8% (referente à taxa comercial), 6% é destinado ao produtor responsável pelo ponto, 2% vai para a cobertura de gastos com orientação técnica.

Estado/Região/Território: Distrito Federal

Municípios: Cruzeiro Novo e outras cidades do DF

Referência da Comunidade: Teresa Cristina Corrêa, (61) 3363-1375/98101-2406, sitioalegria.teresa@gmail.com

Esta Comunidade do Alimento foi incluída pelo projeto:

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