Slow Food Brasil

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A Comunidade está organizada na forma da Associação Ser Orgânica, que foi criada em 2009 para promover estes produtos no mercado local. Antes era chamada de Associação dos Microprodutores do Assentamento Sol da Manhã

Graças à colaboração com as organizações de consumidores locais chamada Rede Ecológica, a associação agora vende os produtos diretamente aos consumidores. A grande demanda levou os produtores a comercializar seus produtos no mercado local, e com o apoio de ONGs e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), obteve um quiosque o qual se tornou um ponto de encontro e centro dispersor da associação.

Muitas variedades de frutas e legumes são cultivados organicamente nos assentamentos próximos à região metropolitana do Rio de Janeiro por mais de 20 anos, incluindo cultivos tradicionais como a taioba, goiaba, maracujá, mandioca, batatas-doces e feijões.

O assentamento, na época de sua criação, em 1983, era composto de 53 famílias que trabalhavam na terra. Por falta de assistência, muitos não conseguiram se manter, e atualmente apenas cerca de 20 famílias ainda trabalham a terra para sua subsistência. Os produtores do SerOrgânico iniciaram o sistema participativo de garantia a partir de 2010, buscando adaptar-se à conformidade necessária para receber o selo orgânico. Este processo conta com o apoio da ABIO, e alguns consumidores da Rede Ecológica o acompanham.

Em 2010 os produtores do SerOrgânico foram indicados pela Rede Ecológica para o Terra Madre no Brasil, organizado pelo Slow Food, que aconteceu em março de 2010, em Brasília. Passaram a ser reconhecidos como “comunidades do alimento” e a fazer parte da “Rede Terra Madre”. São as primeiras comunidades do Rio de Janeiro que fazem parte dessa Rede.

A comunidade SerOrgânico cultiva de forma agroecológica, produtos como húmus, aipim, batata doce, guandu, tomate, limão galego e tahity, acerola, taioba, tomate, abóbora, pepino e maracujá. O quiosque dos orgânicos surgiu em 2007 – a partir de projeto elaborado pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, com financiamento da ONG francesa Amar e apoio da ONG brasileira Idaco – para facilitar o escoamento da produção de assentados locais e outros produtores, divulgar o cultivo orgânico à população urbana e proporcionar a valorização e preservação do meio ambiente. Este quiosque tornou-se referência para o novo núcleo de consumidores que surgiu em Seropédica.

 

Estado/Região/Território: Rio de Janeiro/Região Sudeste
Municípios: Seropédica
Referência da Comunidade: João Pimenta - (21) 9355-5288

 

Esta Comunidade do Alimento foi atualizada pelo projeto:

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